domingo, 23 de agosto de 2009

As mulheres e as sanitas


No outro dia estava eu a dar uma bela duma mijinha, quando reparei na marca da sanita. Não sei se terá sido motivado pelas minis que bebia enquanto via os meus amigos a jogar futebol ou outra razão qualquer.
O que é certo é que no momento em que isso aconteceu, pus-me a pensar no porquê da marca.

Madalena.


Casa de banho Madalena. http://www.madalena.pt/

Sim. Provavelmente vocês nunca repararam nem pensaram nisto. Porquê Madalena? E depois há outras! Sanitana e Vitória.
O que é que estas marcas têm em comum? Têm nome de mulher, ou relacionado com mulher!



Qual será a razão disto? Será que os senhores que fundaram estas empresas de artigos sanitários detestavam tanto as suas esposas ou ex-mulheres que, por vingança deram os seus nomes à empresa?
Ou será que, caso tenha sido uma mulher a criar a empresa, tenha feito uma tentativa (completamente estúpida e parva) de se imortalizar na história, pondo o seu nome nas sanitas?
Ou então talvez tenha sido para homenagear as mulheres de limpeza que limpam sanitas por esse Portugal a fora.
Muito sinceramente não consigo entender o porquê, por isso deixo a questão no ar.


Sanitas assim é que é!!!


sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Vacaciones


Férias são mais do que uma palavra é um estado de alma. É a altura do ano que todos os portugueses anseiam, uns quinze dias sem ouvir o chefe mal-humorado, um subsídio de férias mesmo a calhar e muito chafurdanço á mistura.

Confesso que não percebo a azáfama deste fenómeno, afinal maior parte dos portugueses estão de férias durante o ano todo, no entanto em Espanha nesta altura em que vos escrevo, eles comemoram as vacaciones. A razão para sermos o único povo latino sem as vacações ainda é uma incógnita apenas ficamos com as nossas queridas férias, até os franceses aqueles avecs tem as vacances. Talvez por ficar no ar a incógnita sobre a origem da palavra, ora qualquer palavra começada por vaca é sempre suspeita, e sendo as férias normalmente ligadas ao verão mais suspeita ela fica. E para não falar que no verão muitos portugueses tiram férias, não é apenas um, ora podem imaginar o que é, um grande aglomerado de vacações na mesma altura.

E no meio desses portugueses estava eu, não atrás dela, não como um príncipe atrás da Cinderela, mas sim estava eu também de férias. Momento histórico no blogue, pois irei abrir um pouco do livro da minha vida, amanhã aparecerei em primeira página na Maria. A razão para o meu desaparecimento, nestas ultimas semanas foi que andei em paragem artística de forma a recolher mais material para o blogue.

Primeiro parei por Lisboa, a capital do nosso país. Um pormenor engraçado é que os lisboetas devem ter nascido com um apito na boca só pode, já que não sabem outra coisa senão pressionar na buzina dos seus bólides em qualquer situação de trânsito. Podem nunca ter razão, mas talvez por falta de ego, ou porque as suas sogras estão a espera em casa, apitam sempre que um carro á sua frente está imobilizado.



Estive também em frente ao Padrão dos Descobrimentos que tem sido alvo de uma publicidade da Santa Casa da Misericórdia. Que o Infante D. Henrique era o maior ninguém tinha duvidas mas não é preciso repetir isso em cada intervalo de cada novela, acho que toda a gente está mais interessado em saber se Cassula matou Geovinaldo do que se uma estátua de pedra é a maior ou não.

Não podia faltar nestas férias era uma prova aos famosos pastéis de Belém. Sempre me interroguei qual era a diferença entre uma nata e um pastel de Belém, pude constatar que são diferentes. O pastel de Belém tem uma massa mais estaladiça, e um recheio mais suculento. Tretas, mas porque raio não se pode chamar a tudo pastel de nata ou pastel de Belém, porquê que tem de haver sempre esta distinção? Toda a gente sabe que o pastel de nata ali do café da esquina é diferente do café da esquina noutra cidade, porquê que em Lisboa tem que ser diferente. Simples porque se chamasse pastel de Belém em Braga seria um escândalo porque toda a gente sabe que Jesus nasceu em Lisboa.




Nove dias findados em Lisboa, parti para cinco dias no Alentejo estudar o português mais verdadeiro. Os portugueses nas outras regiões fingem que trabalham e nunca fazem nada, o alentejano não precisa de fingir, está sentado a sombra de um sobreiro e também nunca faz nada. Estive por V.N. de Milfontes, e apenas encontrei uma das famosas mil fontes, as outras 999 deverão estar perdidas em combate. Como estava eu na costa Alentejana, um mergulho era essencial, as praias estavam repletas de banhistas, cromos e "gajas" boas, mas havia um velhinho que se sobressaía dos demais. Estava a correr, a fazer o seu jogging mas dentro de água. Era bem pensado, olhando ao trabalho que daria contornar aquele mar de gente, aqueles "putos" fingindo serem o Bob o construtor, ou então aquele rapaz que transportava uma rapariga ao ombro, fingindo ser o homem dos gelados.

Voltas e voltas deu o homem, e senti-me impelido a ajuda-lo nesta terrífica tarefa. Não, não lhe dei nenhum motor para colocar nas costas, não, não lhe dei barbatanas para correr melhor, mas sim entreguei-lhe na mão uma garrafinha de água para aliviar do calor intenso que abalava a costa Alentejana. Mas não, não era para ser bebida, era para ser despejada na cabeça, como um verdadeiro corredor de maratona se tratasse.

E pronto foram estes os meus quinze dias de férias, mas já estou de volta a este espaço electrónico, porque a justiça não se faz á chuva.

domingo, 2 de agosto de 2009

Overdrive looka bomba minis beirão com groselha e vodka super bock lancers


Ultimamente tenho sido confrontado com coisas muito alucinantes e no mínimo dos mínimos estranhas...
Esta jubentude que envia mensagens para o meu telemovel de um número 92 que desconheço, e um deles que se intitula alexandre, diz e passo a citar:

"Olha esse é o meu numero.bjs.alexandre"

F0-a-se! Oh jobem! Bebe menos ou então certifica-te que a numero é mesmo da gaja que querias comer! Agora mandar mensagens para pessoas que estão sossegadinhas na sua sexta a beber minis com o povo... GET A LIFE!!!
Pior é que no dia seguinte recebo uma mensagem de um azeiteiro qualquer
(na volta é o mesmo coitado... LOL) a dizer, e novamente cito:

"Ola princesa! Td bem?. maluku d ontem."

E tive uma vontade quase incontrolável de responder ao cromo, das três uma:
-"Esquece-me, tira-me da tua cabeça."
-"Xau e adeus.."
-(como disse ao outro postal com quem andei ao estouro) "Chupa-me a p|$$a"

Sinceramente esta jubentude que arranja numeros de telemovel, sabe-se la como, não têm mais nada que fazer? É que há montes de porno na internet para vocês se divertirem!
Masturbem-se!

Pronto, isto foi só um para a jabardice, quem estava interessado nos meus fantásticos posts aqui vai:

Como é que hoje vou fazer uma replica da fantástica fusão de conversas estúpidas de fim de semana que mostrei aqui no blog há algum tempo atrás??

Vamos começar pelo Skip para lavar roupa preta.

Não havia Skip Black Velvet, vai Arix que também serve!


Quem é que foi o idiota que se lembrou de chamar a um clube de futebol "Estrolil Paia" "Estoraia Prail" (Peço desculpa, está dificil) "ESTORIL PRAIA" ???
Para além de o nome ser estúpido e de ser extremamente dificil de escrever, conforme já se viu, é uma equipa que joga ou já jogou (sim e depois?) na primeira liga de futebol, ou não (ver link).
Se é da praia, porque é que não jogam no Mundialito de futebol de praia como os outros?
"Ai ui" "A gente SOMOS do estoril, somos especiais"

Querem ser especiais, vistam-se com uma roupa ridicula como o Boo Boo do Dragon Ball, e corram pela rua pintados de cor-de-rosa a gritar:

"Boo Boo quer bolinho!!" e "Vou-te transformar em chocolate!!"

BOOO BOOOOOOOO!

E depois queixam-se que depois disto tudo não há nada pior para estragar a conversa..
Está bem.. Sim, sim...

E os telemóveis da casa pia que faziam "BIBI BIBI" quando os chavalos recebiam mensagens?
"É o toque novo da Nokia" diziam eles.. Para mim era mais o chamamento do Capitão Rabinho Assado.
Mas isso sou eu que estou a escrever coisas sem nexo absolutamente nenhum.

Entretanto chego a casa, e deparo-me com o seguinte festival. Num canal apanho um deficiente qualquer a relatar a atracagem de uma neve (nave F0&@-se) espacial, e diz o homem, "melimetro a melimetro a nave aproxima-se da estação espacial para atracar".
Acho que não é preciso comentarios. O pior é que mudo de canal e fico atordoado por um indivíduo de voz off (nunca percebi, se está off, não era suposto ouvir o gajo) a falar de um produto da TretaShopping.

NHEK!

E que produto é este? Um creme feito a base de baba de caracol!
Fantástico! E diz que é indicado especialmente para o tratamento das mãos, mas segundos a seguir já diz quem "também é indicado para qualquer tipo de pele!!"
Será que pela lógica, se acabar a gasolina no meu carro, basta por o tal creme "á base de baba de caracol" e ele já anda? isso era muito bom (OU NÃO).
No fim de isto tudo, o cromo ainda tem a lata de dizer que é o "produto sensação deste verão" que cura cicatrizes em instantes?? "Tu deves andar a fumar pelos do ECU as postas, so pode jobem!" - Pensei eu..

O produto sensação deste verão é aquela caixa que traz 24 Super Bock, pela módica quantia de 8.99€. Isso sim é fantástico!
Tenho dito.
Cuidado com as cervejas falsificadas dos chineses, dizem que bate mais, mas quando bate, bate de uma vez só. É para bater as botas no hospital.
Ide com cuidado e bebei devagarinho.







































E isto é para que serve a tecla ENTER!

sábado, 1 de agosto de 2009

O Keyboard Cat a.k.a Tobias


Hoje vou dar-vos a conhecer um gatinho muito especial.
Ele chama-se Tobias, é o gato da minha vizinha.
O Tobias não é um gatinho normal, portanto é diferente dos outros gatinhos.
Como é diferente dos outros gatinhos, não é como os outro gatinhos, por isso escusam de me vir chatear com cenas do género "Fonix!! Outra vez gatos pá??"
Não é um gato, é algo diferente porque não é como os outros gatos.
Logo não é um gato.

O Tobias gosta de vestir uma camisa azul e anda sempre com os olhos meios abertos (ou meios fechados) por causa das bebedeiras que apanha frequentemente. Mas o que o torna mesmo diferente dos outros gatos é o facto de conseguir tocar órgão.
Sim, sim, ele toca órgão. Mas não é como o gato maltês (ver link) que tocava piano, falava francês, gostava de arrancar a barba a pessoas, e a dona dele chamava-se Inês.
Ora a minha vizinha é a Dona Maria das Coubes. Por isso não de chama Inês, logo, nunca poderia ser o mesmo gato.
Para quem não percebeu esta última parte, comecem a ver os links que estão no texto, eles servem para alguma coisa.
O Tobias gosta muito de tocar uma musiquinha no órgão, depois de coisas estúpidas acontecerem. Vamos vê-lo em acção.
Os videos têm trinta segundos, vale a pena!


Um pobre bêbado que se queima com um shot a arder.



Cão que bate mal a dormir e depois ainda bate na parede.


Homepage do Tobias: http://playhimoffkeyboardcat.com

quinta-feira, 16 de julho de 2009

A arte do mestre Obama



O presidente dos Estados Unidos da América, Barack Obama, também gosta de mostrar que domina todas as técnicas secretas ninja. Numa demonstração televisiva passou com distinção no teste para cinturão negro de ninjutsu. Com um golpe certeiro diferido numa mosca em pleno voo, num abrir e fechar de olhos, a mosca padeceu e ficou imóvel no chão. A sua vítima nunca mais proferiu palavras em sua defesa, podia estar cansada de tanto bater asas e não viu uma mão que vinha em contra-mão. No entanto em sua defesa a PETA, a defesa dos animais dos EUA, veio já a publico mostrar o seu desgosto por este gesto de chacina em directo na televisão.

Milhares e milhares de protestantes concentraram-se em Washington, em honra da famosa mosca, sendo proferido um minuto de silêncio em sua memória. Quem também se juntou ao protesto foram os agricultores que trouxeram 400 toneladas de bosta como forma de honrar a mosca desaparecida. Outras tantas moscas também se concentraram no local, juntando os seus zumbidos ao protesto, mas apenas se concentraram nas imediações do local onde estava despejado as 400 toneladas de bosta de vaca.

Nunca mais é sábado...


De certo já todos ouviram esta expressão. Normalmente ela é utilizada em situações de espera, ou até ansiedade causada pela espera.
Por exemplo, um "indivídeo" pede uma mini, e nunca mais é servido, então comenta com o colega do lado: "Nunca mais é sabado!"


Indivídeo á espera do sábado, neste caso á espera da cerveja.

Esta expressão provavelmente terá nascido, quando alguém farto de trabalhar (ou estudar, no meu caso), terá suspirado "Nunca mais é sábado", pois é o dia em que se pode descansar á "buntade".
Mas porquê sábado na expressão "Nunca mais é sábado" ??
Porque não outro dia da semana, tipo terça-feira? Assim teríamos a seguinte prova, bastante trivial.

<=> Nunca mais é sábado

{Nat-Id}
<=> Nunca mais é (sábado.id)

{Pragueja-F}
<=> Fo%@-se Nunca mais é (sábado.id)

{Nat-Bang, Absor-Sábado}
<=> Fo%@-se Nunca mais é (bang.id)

{Nat-Bang, Fusão-Terça} --> porque Sábado e Terça são funções de (Semana -> Semana)
<=> Fo%@-se Nunca mais é (Terça.id)

{Cancel-Pragueja, Nat-Id}
<=> Nunca mais é Terça

Mas apesar disto, descobri a causa de ser Sábado e não outro dia da semana.
Ora vejamos:


O sábado corresponde ao Nono Dia da semana, sendo a segunda-feira o primeiro dia da semana. Sim. A segunda é o primeiro. E o último dia da semana é controverso. Corresponde à terça-feira em Lisboa, à sexta-feira para os funcionários públicos e ao sábado para todas as outras pessoas.

A palavra sábado deriva do latim sábbătum, que deriva do hebreu Shabbath, que significa: sabão, ensaboar, ou seja dia de tomar banho.

Mais de 105 línguas denominam o sábado pela raíz “Shabbath", como por exemplo, o grego (Sabbatonoloupoloulous), o romeno (Sâmbataragathangah), o russo (Sabatóvsky), o italiano (Sabbato Cappice??) e o português e castelhano (sábado).


As origens do sábado:


Os nomes dos dias da semana têm origem na escala de limpeza dos nossos antepassados. Nunca perceberam?

  • Sábado - dia de tomar banho. "Sabão" nos meninos.
  • Domingo - dia de "dó" dos meninos que têm roupa nova pra ir à missa.
  • Segunda - dia da "segunda" troca de roupa sem banho, e aí vai sucessivamente...

Na Liturgia Romana, por exemplo, o sábado era devotado pelos antigos pagãos ao deus Sabão, deus da limpeza, a quem se dedicava um dia de descanso pela cueca limpa.


Agora mudando de assunto.

Há duas teorias que eu gostava de por á prova.

A primeira tem a ver com este sábado que se aproxima, a "oitra" tem a ver com gatos, os eternos inimigos deste blog.


Teoria nº1:

Esta teoria foi pensada em analogia com outra que já experimentei. Se alguém a conduzir acelerar "sempre sempre sem parar", o ponteiro dá a volta nos 240(km/h), passando no zero e o carro pára instantaneamente? O resultado foi este: Fui projectado através do para-brisas 2km a frente, e tive que fazer um tratamento á base de minis e tremoços durante 3 meses. (Sim, o carro parou! Experimentem!)

A teoria que eu quero testar então, é a seguinte:

Será que se alguém beber muito, "sempre sempre sem parar", fica tão bêbado que dá a volta aos ponteiros nos 240(g/l) e volta ao zero e fica sóbrio? Desta forma não havia ressacas, nem problemas com a polícia, ou se quisessemos, apanhava-se a bebedeira "oitra" vez.


Teoria nº2:


Ponto 1: Os gatos, sendo largados de um 7º andar, caem sempre com as patas no chão

Ponto 2: As torradas caem sempre com o lado da manteiga para baixo.

Será que se amarrarmos uma torrada nas costas do gato, o gato flutua?


Gato com uma torrada nas costas.


É, deve funcionar...


Portanto a teoria nº2, tenho provas que funciona, mas quero testar na mesma.
Alguém que queira emprestar o gato?
Quanto á teoria nº1, vou experimentar neste sábado, depois dos exames.
Depois posso partilhar os resultados aqui no blog.



Yep! Funciona mesmo, só que neste puseram a torrada na cabeça

domingo, 5 de julho de 2009

Os ovos fazem a diferença nos casquilhos deixados pelos porta-copos do 0,7 cheios de suore do desporto



Toda a gente sabe que uma salada russa, não o é sem os ovos. E as pessoas perguntam: "Mas não leva ovos." Leva sim, na maionese.

E falando de culinária, também há quem faça autênticos cozinhados da lingua portuguesa.
Os chamados trocadalhos do carilho. Vejamos uma brilhante dedução: Alguém diz que o isqueiro não acende porque deve ser o casquilho que ta fo%$#. E depois corrige. Diz que não era casquilho mas sim rastilho. A brilhante dedução é depois disto alguém dizer: Casquilho? Rastilho? Ate dava para enganar, é parecilho.



Mas a culpa nem sempre é dos trocadilhos. Ás vezes há factores externos que influenciam a nossa vida de tal forma que nem nos apercebemos. Exemplo disto é o caso notório das vassouras. Este pensamento foi-me transmitido por um jovem de olhos azuis com quem bebi umas minis este fim de semana. (Meninas que estejam interessadas, é favor contactar). Pois é, a vassoura se não tivesse sido inventada, como é que as pessoas limpavam o chão? Como é que as velhinhas batiam nos ladrões? Como é que as bruxas voavam? (num varão de cortinados?).

E já que estamos numa linha de raciocínio perfeitamente coerente, estive a pensar numas coisas. Os alemães inventaram o ABS, os japoneses inventaram os computadores de bordo, os americanos inventaram um bichinho que se introduz no depósito e bebe a gasolina toda.
E Portugal onde fica na tecnologia automóvel? A resposta foi encontrada muito rapidamente, mais propriamente mesmo á minha frente.
A inovação trazida pelos tugas é nada mais nada menos que o porta-copos. Quem mais haveria de se lembrar disto? O bom português é uma pessoa responsável, conduzir de mini ou copo na mão? Não senhor! Tem que haver algo para pousar enquanto se conduz. Já chega segurar no cigarrro e no telemóvel com a mesma mão.

Imaginem o filme do 0,7 sem porta-copos (não confundir com 007, aquele policia á paisana com bué de pinta que faz rusgas a casas de meninas e acaba sempre por ficar com elas)
Para quem não conhece, o 0,7 é um filme (0,7 - O homem da mini dourada) que retrata o caso peculiar de um bêbado que vagueia pelas estradas de Portugal a beber minis e a conduzir. Numa das cenas, é mandado parar por uma brigada equestre da GNR e acusa 0,7 g/l (sangue p/ litro de alcool). O filme acaba com 0,7 a estacionar o carro em sua casa, dentro da piscina.


Imagens da parte final do filme.


Nos concertos há a parte do "encore" na parte final, o que as pessoas se esquecem é que há muito "suore" no "encore". O artista já escorre "suore" de estar a cantar durante não sei quanto tempo. Também eu vou deixar aqui o meu "encore" mas sem "suore".

Há quem faça desporto. Eu também gosto, mas não o faço muitas vezes, prefiro desBraga ou desSantoTirso. Para os que estão tipo: "HAN?", a actividade em que o nome de um sitio é precedido por "des-" envolve amigos e uma boa noite de copos em que se "des" muita coisa.
Descansar, descomprimir, desligar, etc.

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